Advertisement
Advertisement

Agora é mesmo oficial, o Campeonato do Mundo do Qatar em 2022 vai jogar-se no inverno. Com esta medida, foi também confirmada a data em que se jogará a final da competição. Será a 18 de Dezembro, dia nacional daquele pequeno País do Golfo. Outra alteração é a duração do torneio, que se vai prolongar durante 28 dias, menos quatro que noutras edições. Esta foi a fórmula aprovada pelo Comité Executivo da FIFA e apresentada esta quinta-feira, dia 19.

Será a primeira vez na história de um Mundial que a competição se irá disputar em pleno inverno, coincidindo desta forma com o desenrolar dos campeonatos europeus, algo que vai obrigar a um verdadeira remodelação nos calendários Futebolísticos internacionais.

A opção pelo inverno deve-se ao facto de ser imperativo "fugir" às altas temperaturas que se fazem sentir no Verão no Qatar, em que os termómetros chegam com naturalidade aos 50 graus centígrados.

Advertisement

Decidida que está a data da realização do Mundial, chega ao fim uma polémica que durava desde 2010, precisamente quando a FIFA escolheu os cataris para organizarem aquele que é "só" o segundo maior evento desportivo à face da Terra, superado apenas pelos Jogos Olímpicos.

A FIFA, em conjunto com as federações internacionais, vai ter de estudar a melhor fórmula para se reorganizarem os calendários futebolísticos. Recordamos que nunca um Mundial se realizou no Inverno, o que vai obrigar a uma profunda alteração dos campeonatos. Desta reunião do Comité Executivo da FIFA saiu ainda a decisão sobre o organizador do Campeonato do Mundo feminino de 2019. A escolha recaiu na candidatura da França, que assim levou a melhor sobre a Coreia do Sul.

Ligas europeias não escondem descontentamento com Mundial no Inverno

Defensores de um Mundial 2022 durante o mês de Maio, numa altura em que o calor ainda não "aperta" muito no Qatar, as Ligas europeias não esconderam o descontentamento com a confirmação de que o torneio se realizará de facto no Inverno.

Advertisement
Os melhores vídeos do dia

A EPFL - Associação das Ligas Profissionais Europeias considera que esta escolha "vai perturbar e causar graves danos no normal desenrolar das competições no Velho Continente".