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Alexis Santos e Diogo Carvalho são os dois portugueses com presença na lista dos 10 nadadores com melhores classificações a nível mundial. Ambos os nadadores obtiveram mínimos A para os próximos Jogos Olímpicos, que se realizam em 2016, no Rio de Janeiro (Brasil). Dos dois, Diogo Carvalho é o que mais posições saltou. Passou do 25.º lugar para o 7.º no ranking mundial. A presença do nadador nos Jogos Olímpicos de 2016 será a 3.ª participação em competições do mesmo nível. Para este salto no ranking contou o tempo de 2.00,00 minutos.

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Segue-se Alexis Santos, a ocupar o 8.º lugar, subindo quatro posições (anteriormente estava no 12.º). O nadador partilha a posição com o norte-americano Andrew Seliskar, depois de um tempo de 2.00,22 minutos. Os tempos foram obtidos pelos dois atletas portugueses durante a sessão desta manhã do Campeonato Nacional Juvenis, Juniores, Seniores e Absolutos/Somague. A competição chega ao fim este Sábado, no Centro Olímpico de Piscinas de Coimbra.

A medalha de ouro no ranking mundial dos 200 metros estilo pertence ao japonês Daiya Seto, com 1.58,27 minutos.

No segundo lugar temos o húngaro Laszlo Cseh, com 1.58,31 minutos. O último lugar do pódio pertence ao norte-americano Ryan Lochte, com 1.58,57 minutos.

O anúncio da Federação Portuguesa de Natação surge no mesmo dia em que o Comité Olímpico de Portugal avisa para o risco de o desporto em território nacional viver só de "exemplares únicos". De acordo com o organismo, a inexistência de um modelo de desenvolvimento estável e sustentável é o motivo para a escassez de resultados desportivos. A razão é apontada num documento apresentado esta quarta-feira aos partidos políticos com representação parlamentar e ainda às federações desportivas.

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As questões do financiamento reduzido ou da falta de infraestruturas são desdramatizadas pelo Comité Olímpico de Portugal, embora não devem ser negligenciadas.

De acordo com a edição online do jornal Público, é feito um diagnóstico do desporto português logo no segundo parágrafo do documento intitulado "Valorizar e afirmar socialmente um desporto: um desígnio nacional" em causa: "Portugal tem um número diminuto de modalidades na primeira linha da alta competição mundial e, nas que alcançam esse estatuto, o número de atletas é igualmente diminuto.

Os êxitos individuais em competições de primeira grandeza são devidos, na sua maioria, a 'exemplares únicos', circunstancialmente emergentes de contextos particulares e normalmente irrepetíveis".