O Chelsea voltou a sofrer na Premier League, mas conquistou os três pontos, ao derrotar o modesto Stoke City, por 2-1, ficando mais isolado no comando da Premier League. Hazard foi um dos grandes protagonistas da partida, pelas melhores e piores razões: marcou o primeiro golo dos "blues", aos 37 minutos; perdeu a bola antes de Charlie Adam ter concretizado um golo de levantar o estádio; realizou a assistência para o golo de Rémy, novamente decisivo na equipa de José Mourinho. Steve Nzonzi podia, pouco depois, ter dado empate ao Stoke City, o que não aconteceu porque a bola bateu no poste.

O Chelsea tem, agora, 70 pontos, mais seis do que Arsenal, segundo classificado, e mais oito do que Manchester United, que ocupa a terceira posição.

No quarto posto, o Manchester City, que só joga na segunda-feira visita o Cristal Palace, regista 61 pontos.

Vitórias pela margem mínima

O Chelsea mantém, portanto, a tendência para triunfos sofridos, só com vantagem de um golo, em seis das últimas sete vitórias: derrotou Liverpool, West Ham, Everton, por 1-0, venceu Aston Villa e o Stoke City, por 2-1, e o Hull City, por 3-2. Curiosamente, nenhum destes rivais é candidato ao primeiro lugar, nem sequer o histórico Liverpool, goleado hoje pelo Arsenal, e que ocupa o quinto posto a 17 pontos da liderança. Aston Villa e Hull City, por exemplo, não conseguem melhor do que a décima quinta e décima sexta posições, respectivamente.

Na próxima ronda do campeonato inglês, o Chelsea defronta o Queen's Park Rangers, igualmente mal classificado, num duelo que antecede confrontos de gigantes com o Arsenal e Manchester United, equipas que são capazes de alternar facilmente excelentes com péssimas exibições.

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Neste cenário de desinspiração colectiva que, por vezes, tem surgido nas últimas jornadas, a lesão de Diego Costa, goleador de serviço do Chelsea, que pode implicar paragem de várias semanas, é mais uma dor de cabeça que afecta o quotidiano de José Mourinho, cuja continuidade nos "blues" depende da conquista do título de campeão inglês.