Uma comitiva portuguesa deslocou-se a Bruxelas no sentido decompreender qual a possibilidade de um financiamento para a ampliação da atividade portuáriano Barreiro, segundo comunicado da Câmara Municipal. A comitiva terá obtido“disponibilidade”, por parte de altos responsáveis técnicos da União Europeia,para um investimento nesse âmbito. Tudo dependerá do cumprimento dasrespectivas candidaturas. Relacionado com este mesmo assunto realizou-se a segundareunião sobre a “estratégia de desenvolvimento do município do Barreiro –Barreiro 2030, que decorreu faz uma semana, na Escola de Fuzileiros. A reunião abordouos seis grandes projetos do concelho: a criação da terceira travessia doTejo com uma ponte entre Barreiro-Lisboa, a ligação rodoviária entre Barreiro eMontijo, a ligação Barreiro/Seixal, a ligação do Metro do Sul do Tejo e o Planode Urbanização do local designado como Quimiparque, tendo o foco ido para umaeventual construção do novo Terminal de Contentores de Lisboa no Barreiro.

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, CarlosHumberto de Carvalho, considerou que, apesar da não existência de uma tomada dedecisão conclusiva por parte do Governo em relação a uma hipotética localizaçãodo Terminal de Contentores, este projeto “é seguramente bom para o País” e quetudo tem sido feito pelo município para que a “opção” final seja o Barreiro.

O porto de mercadorias do Barreiro, situado nas proximidadesda Quimiparque, teria um investimento na ordem dos 600 milhões de euros queenvolveria as infra-estruturas, a logística e a parte industrial e tecnológica.Na altura do envio do parecer com questões ambientais para a Agência Ambiental(APA), cujo realce foi a magnitude e impacto da atividade portuária noconcelho do Barreiro e arredores, o representante camarário demonstrou ointeresse do plano estratégico. As suas palavras da altura, na conferência de imprensarelacionadas com o tema, foram as seguintes: “Trata-se de um projeto necessário não apenas para oconcelho mas, também, para a região”, afirmou Carlos Humberto de Carvalho. Foi visto pelos habitantes do Barreiro como uma oportunidadepara a “criação de riqueza e postos de trabalhos”.

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