O consórcio Tayrona, composto pelas empresas Repsol, Petrobras e Ecopetrol, encontrou uma acumulação de gás natural nas águas do Caribe colombiano. A atividade exploratória incidiu num poço, denominado Orca-1, situado a uma profundidade de 4.240 metros e a cerca de quarenta quilómetros da costa, nas águas profundas do Caribe colombiano.

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A fase seguinte, que ficará a cargo dos sócios, consiste numa ampliação dos estudos na área, de acordo com uma pesquisa prévia sobre a informação sísmica da região. Estes avanços empreendedores possibilitam revelar o potencial gasífero e económico do achado na Colômbia.

Este projeto de exploração no Bloco Tayrona contou com a participação da Repsol em cerca de 30%, da Petrobras com 40% e da Ecopetrol, com uma participação de 30%. Para a Repsol, este empreendimento surgiu na sequência de uma descoberta gasífera em águas do Golfo da Venezuela, em 2010.

Há planos para exploração ao largo do Algarve
Há planos para exploração ao largo do Algarve

A empresa detém direitos de mineração desde essa altura em sete blocos, numa superfície de 2.980 km quadrados.

Os dados do site da empresa revelaram que a Repsol conseguiu "numerosas e importantes descobertas em zonas identificadas como prioritárias, tais como os EUA, Rússia, Brasil, Peru, Argélia e Colômbia". O grande êxito exploratório, segundo indicado, permitiu um "rácio de reposição de reservas de 275% ao fecho de 2013". A estratégia desta empresa passou por uma incidência em aspetos como o investimento, talento e inovação tecnológica no que concerne à exploração e diversidade geográfica.

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Recorde-se que, já este ano o presidente da petrolífera, António Brufau, reuniu-se com o Presidente da República, Cavaco Silva, em Belém, para revelar os projetos da Repsol em Portugal. Além das apostas da empresa, foi discutida em concreto a possibilidade de exploração de gás ao largo do Algarve, bem como questões de marketing e relacionadas com o negócio do gás de petróleo liquefeito (GPL). A aposta constante da multinacional espanhola determinou um aceleramento em termos de ritmo no campo da produção e reservas, que agora são tornados públicos através de mais uma descoberta exploratória em 2014.

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