Advertisement
Advertisement

Morreram dez pessoas e há registo de outras 13 feridas - seis das quais com gravidade - após a queda de um avião militar grego numa base área em Albacete, no sudeste de Espanha. De acordo com os relatos do Ministério da Defesa, divulgados pelo jornal El País, o F-16 em questão teve problemas no momento de levantar voo e acabou por colidir com outas aeronaves militares que se preparavam, também elas, para descolar da base de Los Llanos. Teme-se, agora, que o número de vítimas mortais deste acidente, que ocorreu às 15h30 (menos uma hora em Portugal), ainda possa aumentar.

Segundo o que o El País conseguiu apurar, os dez mortos oficialmente confirmados até ao momento eram todos militares da NATO. Entretanto, dados recolhidos pela AFP asseguram que a maioria das pessoas afectadas não era de nacionalidade espanhola.

Advertisement

Já relativamente às vítimas mortais, sabe-se que duas delas eram os pilotos do F-16 grego. De acordo com a imprensa espanhola, a base militar de Los Llanos está neste momento rodeada por ambulâncias, helicópteros e outros veículos de emergência, aos quais se junta agora a investigação das autoridades policiais.

O Ministério da Defesa - ainda de acordo com o El País - refere que o avião "perdeu força" no momento em que tinha abandonado o solo e acabou por colidir com "algumas aeronaves" que aguardavam, também elas, o momento de descolagem. Os aparelhos em questão preparavam-se para participar num programa de treino da NATO. Os testemunhos locais, por seu turno, descreveram aos media um incêndio de grandes proporções que sucedeu à explosão gerada pelo embate do avião F-16.

A base aérea de Albacete serve, actualmente, de sede para o Tactical Leadership Program, um programa de treino destinado a pilotos da NATO de diversas nacionalidades.

Advertisement
Os melhores vídeos do dia

Para além da Grécia, participam nesta formação aviadores de países como os Estados Unidos, Alemanha, Itália ou Reino Unido. Entretanto, o El País coloca a tragédia de hoje na lista de acidentes de aviação que, ao longo das últimas décadas, já levaram à morte de pelo menos 93 militares no país.