O pedido foi feito por um dos trezentos jovens frustradospela governação da nação angolana, ao deputado Nfuca Muzemba, quando falava aconvite de uma ONG de Angola sobre o tema: “ A atual crise financeira e a suaimplicação na Juventude e no emprego. Será recomendável a descentralização do poder económico epolítico no atual contexto?" No momento de a plateia dar o seu contributo, umcidadão levantou-se e mostrou o seu mais alto descontentamento pela governaçãodo país.

Quando o cidadãotomou a palavra, começou por elogiar a exposição do preletor, quando este disseque o culpado da crise no país já foi identificado e merecia um cartãovermelho. O cidadão prosseguiu comparando o poder angolano com o Antigo Egipto: "A forma de governação em Angola, compara-se coma do grande e duro rei Faraó", disse,

O cidadão prosseguiu: "eu penso que estou em direto, e se assimo for e o presidente estiver a me ouvir, é melhor que tome uma decisão, e aindaaproveito a ocasião para pedir ao senhor deputado que seja o porta-voz, vistoque tem tido algumas oportunidades de estar ao lado do faraó, e informar-lheque o senhor X aconselha que ele deve pedir demissão do cargo." Na sua resposta, o preletor salientou que, por consciência,não é necessário ir até ao presidente para levar a mensagem, porque muitosconcordam que é melhor o presidente descansar.

Disse ainda que se o presidentefosse descansar, faria bem porque teria mais tempo para cuidar dos netos e dosfilhos.

A juventude, que muito deveria contribuir para o desenvolvimento do país, foi sempre mencionada, mas poucas vezes foi convocada; agora é a própria juventude que mais vai suportar os sofrimentos, fruto da crise, que não sabem como surgiu tão rapidamente. A falta de emprego e da degradação da qualidade de vida serão as principais consequências.

Atualmente a população tem vindo a mostrar um grandedescontentamento sobre o sistema de governação do país, e principalmente quando, em tempos de crise, se ouve que o governo gasta biliões de dólares paracomprar coisas que deixam a população muito mais preocupada e desconfiada sobre a suposta crise.

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