Apequena Olivia Swedberg de 3 anos era uma menina feliz que frequentava semanalmente aulas de ginástica artística. Natural de Nebraska, Estados Unidos da América, era fã deFrozen. Detestava usar calças e só usava vestidos de princesa. A sua mãe, Lauressa, e o pai, Brock, sentiam-se radiantes e felizes com a alegria contagiante da menina. Quem olhava para Oliviavia energia e saúde. No entanto, ninguém podia prever que desde que a menina nasceu que um tumor se escondia no seu cérebro.

De acordo com oDaily Mail, quando o problema foi detetado os médicos tiveram a terrível missão de informar os pais de que o tumor, devido ao sítio onde se encontrava alojado, era impossível de operar e a quimioterapia não era a solução. Tinha chegado a altura para os pais tomarem decisões.

O seu corpo não foi invadido pornenhum remédio, o que permitiu à "Pequena O", como eraapelidada pelos pais, viver livremente.

Nos últimos momentos da vida da menina os pais de tudo fizeram para a fazer sorrir: organizaram festas com temáticas de princesa, idas à praia e foram nadar com golfinhos. Momentos depois, o pior aconteceu. A"Pequena O" morreu, mas salvou três vidas ao doar os seus órgãos. O facto de o seu corpo não ter sido invadido por medicação fez com que fosse possível doar os órgãos. Lucas Goeller, um menino de 2 anos, estava quase a morrer quando a mãe do pequeno soube da história da Olivia Swedberg.

Ao saber que o seu filho podia sobrevivercom a doação de fígado, a mãe de Lucas contactou Lauressa pelo Facebook.

Quando Olivia partiu, a sua mãe resolveu doar o fígado a Lucas. Um dia depois da operação de transplante, Lauressa ficou a saber que a operação foi bem-sucedida. Para Lauressa, saber que uma parte da sua filha salvou a vida de Lucas foi uma sensação de conforto e de paz.

Angelo Giorno foi outro menino abençoado com a doação do intestino e pâncreas de Olivia.

No entanto,por ter nascido antes do tempo previsto, a altruísta doação de Olivia não o pôde ajudar. Contudo, o seu rim ajudou um homem de 22 anos. O seu coração voltou a bater num bebé de um ano e o seu olho ajudou um cego a ver omundo novamente.

Para os pais de Olivia, que perderam a filha em dois meses, esta foi a decisão mais corretaque alguma vez tiveram.

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