Corria o ano 1997 quando a escritora J. K. Rowling deu início a uma das sagas mais rentáveis e famosas da história da literatura mundial: "Harry Potter", composta por setelivros. E presente nesses sete livros está um dos piores vilões alguma vez criados. "Lord Voldemort", também conhecido como "Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado", é o maior inimigo da escola de feitiçaria "Hogwarts"conhecida por todos.

Abraçou as forças das trevas, criou um exército do mal e tentou acabar com a magia do bem. Masagora, segundo a autora da saga, parece que existe uma pessoa pior do que Voldemort.

Ontem, dia 8 de dezembro, Donald Trump, potencial candidato republicano à Casa Branca, falou novamente sobre refugiados e sobre os recentes acontecimentos mundiais. Afirmounum discurso que a entrada de muçulmanosnos Estados Unidos da América deveria ser impedida, sugerindo até o encerramento das fronteiras, pelo menos temporariamente.

As Redes Sociais "explodiram" após estas mesmas declarações, comparando Donald Trump ao arqui-inimigo de "Harry Potter". Bastantes comparações depois, J. K. Rowling reagiu com um tweet: "How horrible. Voldemort was nowhere near as bad.", que traduzidopara Português é algo como "Horrível. Voldemort não é, nem de perto, tão mau". Dirigia-se, obviamente, a Donald Trump.

Otweet da autora de "Harry Potter", até ao momento em que este artigo foi escrito, já tinha mais de 177 milretweets (partilhas) e mais de 162 milfavoritos, o equivalente aoslikes no Facebook.

O tweet originou também bastantes comentários de fãs da escritorae da saga, como por exemplo: "Let's send Harry after him", traduzido como "Vamos mandar o Harry atrás dele", ou "President Voldemort is sounding a lot better than President Trump at this point", em Português "Presidente Voldemort soa muito melhor do que Presidente Trump neste momento.".

A escritora inglesa é bastante activa no Twitter e estetweetvem no seguimento de muitos outrostweets escritos pela mesma na rede social relacionados com política, e no seguimento da partilha de um mapa com ataques em grande escala nos EUA, onde são indicados apenas três que possam ter sido comandados por suspeitos islâmicos.

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