Uma mulher de 29 anos esfaqueou quatro filhos, todos menores de idade, até à morte. Os agentes policiais que estiveram no local descrevem aquela atitude como um “acto do mal”. Uma outra criança, de 7 anos, terá escapado ao massacre. A mulher está agora suspeita de ter cometido vários crimes, relacionados com crianças, entre os quais os de homicídio agravado. O caso está a ser investigado pelas autoridades policiais, que afirmam nunca terem visto nada semelhante.

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Aquela que parecia, aos olhos de todos, como sendo uma família feliz, acabou desfeita na passada sexta-feira, 1 de Julho, quando as autoridades encontraram no interior de uma residência, num condomínio privado, quatro crianças mortas. A polícia não revela as identidades das vítimas, mas avança que devem ter todas menos de 6 anos. As suspeitas recaem sobre a mãe, Shanynthia Gardner, de 29 anos. Um crime que está a chocar a comunidade de Memphis, no Tennesse, Estados Unidos da América.

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A vizinhança, bastante emocionada, afirmou aos jornalistas que nada fazia prever aquela carnificina, até porque era habitual verem as crianças a brincarem felizes no jardim da casa. Também a organização estatal que superintende os serviços infantis revelou que não possui qualquer registo que pudessem indiciar tratar-se de crianças em risco.

Aquele massacre chocou, igualmente, os agentes policiais que foram enviados ao local para investigar a ocorrência.

Shelby County, Sheriff Bill Oldham, afirmou não entender como alguém pode cometer um assassinato daqueles. “Este é um flagrante acto do mal que nos choca”, realçou, citado pelo jornal Daily Star, acrescentando que “em 33 anos de serviço já vi montes de coisas horríveis, mas esta foi a pior”.

Segundo um jornal regional, a mulher enfrenta quatro acusações de homicídio em primeiro grau, a tipologia mais gravosa para crimes, assim como é indiciada pela prática de outros actos ilícitos, relacionados com crianças, como abuso, abandono e negligência, com elevadas molduras penais.

As autoridades garantem que estão a trabalhar no sentido de apoiar a família das vítimas, nomeadamente através de acompanhamento psicológico.

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