Uma mulher de 30 anos matou os seus dois filhos, de 7 e 3 anos, um dia depois de o marido ter pedido o divórcio. Depois do Crime, a jovem mãe esfaqueou-se no pescoço. O crime terá sido confessado pela própria durante uma chamada telefónica para o número de emergência. O caso macabro e horrendo está a ser investigado pelas autoridades policiais.

Tudo aconteceu durante a madrugada desta quinta-feira, 17 de Novembro, em Darlington, noroeste de Indianápolis (Inglaterra). Por cerca das 4:30 horas, Brand Worley, uma mulher de 30 anos ligou para o número de emergência e confessou o acto macabro, admitindo que tinha acabado de matar os próprios filhos menores de idade, tendo depois tentado suicidar-se.

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Quando as autoridades chegaram à habitação, encontraram os corpos das crianças no quarto. A mulher foi socorrida e transportada para o hospital com ferimentos na zona do pescoço, alegadamente provocados por uma faca.

Segundo o Sherif Mark Casteel, não eram conhecidos quaisquer episódios de violência naquela família, nem sequer os vizinhos se apercebiam que existiria qualquer problema de relacionamento entre Brandi Worley e o marido. O certo é que este terá pedido o divórcio e encontrava-se a dormir na cave da residência no momento em que a mulher terá cometido o macabro homicídio.

Um cenário de horror que fez com que o próprio Sheriff se tivesse emocionado durante o encontro com os jornalistas para relatar o sucedido. “Nós não estamos habituados a lidar com situações destas”, afirmou o policial, evitando prestar detalhes sobre o cenário que encontrou quando chegou ao local.

Um momento de horror também vivido pelos vizinhos que não esconderam o choque que sofreram ao tomar conhecimento do sucedido. Uma das moradoras da zona relatou que não consegue compreender as razões que levaram aquela mãe a matar os próprios filhos tão novos de idade.

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“É irreal para mim”, relatou Victoria Bussell, enquanto outro vizinho, pastor de uma igreja local, considerou que a morte de duas crianças inocentes “é doloroso para toda a comunidade”. Por outro lado, as autoridades disponibilizaram uma equipa de psicólogos e conselheiros para prestarem auxílio na escola que as crianças frequentavam.