Uma mãe, de 30 anos, confessou às autoridades, esta semana, ter assassinado o seu filho, de apenas dois anos de idade, em Julho de 2016. A mulher disse que espancou a criança por este ter molhado a cama e justificou a sua atitude pelo facto de ter ingerido álcool juntamente com a toma de medicamentos. O pai do menino está a cumprir uma pena de prisão por ter sido assassinado um outro filho, de um ano, nascido de um relacionamento anterior.

O caso está a chocar o estado norte-americano de Dakota do Sul, onde terá acontecido o bárbaro assassinato, há cerca de dois anos. Uma jovem mãe, de 30 anos, foi acusada de ter espancado até à morte o seu filho de dois anos.

Mas só agora confessou a autoria do bárbaro Crime. A imprensa norte-americana dá conta que Katrina Shangreaux declarou-se culpada relativamente à morte do pequeno Kylen Shangreaux, alegando que na ocasião estaria alcoolizada para além de ter tomado medicação para as dores. A mulher corre o risco de ser condenada a pena perpétua, continuando a aguardar pela decisão do tribunal em prisão preventiva.

Na ocasião, as autoridades apuraram que a criança morreu na sequência das lesões graves sofridas na cabeça e no abdómen, provocadas alegadamente por socos e pontapés. O menino ainda foi socorrido e transportado para uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos. Agora, Katrina Shangreaux relatou que tudo terá acontecido naquele dia, 28 de Julho de 2016, quando chegou a casa e verificou que o menino teria urinado na cama, ficando fora de si.

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No depoimento feito às autoridades judiciais, Katrina afirmou que, com a raiva que sentiu, começou a ralhar com o filho, acabando por o espancar várias vezes, atirando-o para o chão, desferindo-lhe vários pontapés na zona da cabeça e do abdómen.

Depois de se ter apercebido que o menino estaria gravemente ferido, Katrina Shangreaux limpou-o e lavou o sangue, chamando por socorro. A sua mãe terá ajudado a ocultar os vestígios, mas não foi acusada no âmbito da investigação. Os policiais suspeitaram da versão relatada, na ocasião, pela mulher que foi detida. A confissão surgiu agora, cerca de dois anos depois. A imprensa norte-americana notícia que Katrina tinha entregue a criança a uma tia paterna, mas acabou por a ir buscar mais tarde. Na altura, aquela mulher tentou lutar pela guarda do menino, mas sem sucesso, o que a levou a acusar os vários intervenientes judiciais de ignorarem os perigos que a criança corria se continuasse a viver com a progenitora.