A Polícia Judiciária (PJ) deteve um grupo de 6 jovens, com idades entre os 19 e os 23 anos, suspeitos da prática de vários assaltos à mão armada em diversos concelhos da região de Lisboa. A polícia acredita que o referido grupo criminoso roubou, nos últimos três meses, vários milhares de euros, objectos em ouro e outros bens de consumo. Para além da detenção dos suspeitos a PJ apreendeu três caçadeiras e duas pistolas. Foram levados ao juiz de instrução criminal para que lhes sejam aplicadas as respectivas medidas de coação.

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A detenção do grupo criminoso, constituído por seis jovens com idades entre os 19 e os 23 anos, surgiu após uma investigação a cargo da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo da Polícia Judiciária, segundo revela aquela força policial num comunicado emitido esta quinta-feira, 30 de Julho. Sobre aquele grupo de jovens recaem “fortes indícios da prática, em co-autoria, de crimes de roubo e detenção de arma proibida”, lê-se no comunicado.

De acordo com o mesmo documento enviado à imprensa, os jovens dedicavam-se, de “forma concertada” e, pelo menos “nos últimos três meses”, à realização de “assaltos à mão armada e com uso de força física”.

Grupo criminoso detido pela Polícia Judiciária
Grupo criminoso detido pela Polícia Judiciária

Os alvos eram, não só estabelecimentos comerciais como postos de abastecimento de combustíveis, como também a cidadãos, em plena via pública. Crimes referenciados como tendo sido praticados nos concelhos de Odivelas, Loures e Amadora e que resultaram num “montante global de vários milhares de euros, objectos em ouro e outros bens de consumo”, refere a Polícia Judiciária.

No âmbito das respectivas diligências, a mesma Directoria de Lisboa e Vale do Tejo apreendeu na posse dos suspeitos três caçadeiras e duas pistolas.

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Após a elaboração dos respectivos autos e relatórios no âmbito daquela investigação que culminou na detenção dos arguidos, os mesmos “vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial, no qual serão sujeitos à imposição das medidas de coacção processual adequadas”, revela a Polícia Judiciária no mesmo comunicado.

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