Passou o inverno e veio a primavera, quecomeçou a fazer-se sentir pela presença nas ruas de Lisboa de mais um grupo, mas o "grupo perfeito" de pequenas dançarinas que trouxeram consigo todo brilho, energia, encanto e o impacto necessário de quem sabe que sabe o que faz e para quem faz.Desde fevereiro de 2016, em plena época carnavalesca, que Lisboa tem vivido momentos de grandes alegrias protagonizados por um grupode dança formado por 12 dançarinos de diferentes faixas etárias, que durante a atuação se dividemem 2 pequenos grupos: o primeiro formado por 5 pequenas dançarinas e o segundo por7 dançarinos já crescidos.

É um grupo que tem improvisado bailes instantâneos e de acesso gratuito pelas ruas de Lisboa e em que o próprio público presente é que decide qual a contribuição que quer dar e se o quer dar, mediante as possibilidades financeiras de cada um.

Ligado ao conceito de esmola e arte popular, este pequeno grupo, embora prefira anonimato, não passa despercebido à multidão de turistas e público nacional que setem juntado cada vez mais ao seu redor.

O conceito de arte de rua ou arte popular tem ganho maior expressividade nos nossos dias.Pela performance e qualidade dos artistas envolvidos é notória a capacidade defascinar os transeuntes da nossa maravilhosa cidade.

Entre risos e abraços, saltos e palmas, gritos e caretas, vai-se construindo uma coreografia que não só emociona mas maravilha eencanta qualquer espectador presente no local.

O Terreiro do Paço tem sido "palco ideal" dos nossos pequenosartistas que, embora desfilem no anonimato, deixam para trás um rasto de alegria, desejos e saudades, mas tambémde satisfação e sentimento de dever cumprido.

Os nossos dançarinos, que por necessidade trocam a fama pelo anonimato, tambem encantam o público pela beleza existente em cada movimento do pequeno gesto na execução de uma coreografia simples e linda, que prende sempre o olhar, até mesmo de um observador distraído.

No entanto, podemos considerar este grupo comouma pequena família que tem por objetivo trazer para o mundo somente as coisas boas da vida, a alegria do bem viver, bem como a autoafirmação do indivíduo enquanto ser.

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