Pelas 4h deste último domingo (30), mais um agente da Polícia de Segurança Pública (PSP) tentou colocar fim a própria vida, recorrendo à própria arma de serviço para tal intento. O agente, que tinha 40 anos de idade, era natural do Caniço, residia na Camacha, tinha esposa e um filho com 13 anos.

Trabalhava na esquadra do Aeroporto da Madeira, em Santa Cruz, e foi no interior dessa mesma esquadra que ele foi encontrado gravemente ferido, esvaindo-se em sangue após um tiro na cabeça.

A Equipa Médica de Intervenção Rápida (EMIR) e os Bombeiros Municipais de Santa Cruz foram os primeiros a dirigirem-se para o local para prestar os primeiros socorros e encaminhar o agente da PSP para uma unidade hospitalar, devido à gravidade da hemorragia e das lesões. O agente ficou internado em Cuidados Intensivos em estado muito grave e com prognóstico considerado muito reservado.

Infelizmente, horas depois foi confirmado o óbito.

Foi o “AgoraMadeira” que, na sua edição informativa de 30 de junho, avançou com a notícia de que o polícia até nem estaria de serviço na altura. No entanto, terá ido à esquadra, indo para a sua camarata, para posteriormente tentar colocar fim a sua vida.

Cabe agora às autoridades investigarem para apurarem as circunstâncias em que tudo terá acontecido.

Casos sucedem-se

Em poucos dias, este é o segundo caso de suicídio nas forças de segurança.

O facto de o Público ter avançado num dos seus boletins informativos que a linha de apoio psicológico aos policias tinha estado desativada durante vários dias, em nada favorece a resolução deste problema.

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