Cada vez mais o turista é capaz de escolher o destino para onde pretende ir deférias sozinho. A maioria opta pela reservas online e pelas agências que a Internet coloca ao seu dispor. Mas quais as melhores? Numa sociedade que cada vez maisdepende da internet e da capacidade humana para se mover na mesma, surgem de diapara dia novos sites e novas páginas online de agências de viagens e reservas. Exemplos disso são a Booking, Trivago, Hotelbeds,BananaTrips, entre um grande leque de outras que têm os seus balcões em espaçosfísicos e também balcões online.

Por exemplo, se recorrermos àTrivago ou à Booking, as mesmas dão-nos uma vasta oferta de hotéis e espaços paravisitar, sendo que nelas podemos encontrar ainda sugestões e avaliações declientes que já estiveram nesses alojamentos ou recorreram aos serviços dessasagências. Isto faz com que o potencial cliente tenha mais confiança nas mesmase que elas adquiram um certo estatuto no mercado.

Outro exemplo a que podemosrecorrer para saber a opinião do turista é o Tripadvisor, onde encontramos ospontos fortes e fracos de cada estabelecimento, seja de alojamento, museus ouaté mesmo restaurantes, sendo que ainda podemos obter, através de pesquisa, a avaliaçãoque as mesmas entidades têm no mercado.

No entanto as convencionais agências deViagens também se posicionam já neste mercado global, colocando à disposição docliente vários pacotes, como a Abreu, ouaté mesmo só a reserva de voos, como é o caso da e-Dreams, dispondo ainda de umchat on-line para responder a dúvidas e ajudar nas escolhas.

Outro tipo de agências sãoaquelas que colocam o potencial turista em contacto directo com o seu destinode viagem, como é o caso da recente BananaTrips, onde o cliente, ao aceder aoportal, encontra vários destinos mundiais e um guia representante em cadadestino.

Esse guia é um guia profissionalizado e com experiência no mercado eque, aliado a esta experiência, tem outro ponto forte: residir no destino para oqual o visitante vai viajar. E quem melhor para o aconselhar: o habitantelocal, pois conhece melhor do que ninguém as atractividades, entidades eactividades que o visitante pode realizar na mesma, sem falar de que o mesmo guiase compromete a estar disponível sempre que o turista esteja no seu destino deférias e ainda o poderá acompanhar nos locais e circuitos que pretendarealizar.

Depois de tudo isto, fica adúvida, até quando as agências de viagens tradicionais conseguem ter vantagemsobre as online? Ou será que o seu termo está à vista?

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