A Madeira, tal como o resto do país, está inserida numa grave crise à escala mundial, uma crise que parece não termeios de findar. O sector privado, tal como o sector público, abrandaram drasticamente nos últimos anos e não dão mostras de melhoria. É da Madeira que surgiram algumas iniciativas de tentativa de mudança. No ano de 2014 a pequena Ilha da Madeira executou a maior obra pública do ano.Num país em queo lema parece ser esperar para ver, o Governo Regional não baixou os braços e não cedeu a pressões, indo em frente com uma obra que é extremamente necessária.

O sector privado muito se assemelha ao sector público português, envolvido numa crise que não tem fim àvista e àespera que a tempestade passe.

Poucos são os empresários nacionais que têm a audácia de desafiar o destinoe que possuem a capacidade de desafiar esta tempestade financeira.Uma vez mais o exemplo vem da Madeira.

Em tempos de crise e em risco que ter de dispensar grande parte dos seus colaboradores, por não possuir ocupação na sua área de acção, oempresário madeirense Avelino Farinha teve a audácia de construir o Hotel Saccharum, mantendo os seus colaboradores e criando novos postos de trabalhos na área hoteleira.

Recentemente o empresário repetiu a proeza e, contra as correntes que arrastam o país, iniciou novamente a construção de um novo Hotel o “Savoy Resort”, obra que vai nascer no espaço onde foi demolido o antigo e histórico Hotel Savoy.

O projecto do novo Savoy propõe um âmbito abrangente e colectivo na reestruturação urbana de um dos demarcados quarteirões inseridos numa das principais artérias da cidade do Funchal.

Envolvendo muito mais do que o simples empreendimento turístico, o Savoy pretende ser um marco de viragem na arquitectura da cidade do Funchal.

Portugal necessita de mais empresários que não viram a cara àluta. Apesar da fase quePortugal atravessa, é altura de sermos realistas, não nos queixarmos ou desculpabilizarmos neste vendaval que é a crise.

CitandoWilliam Ward: “O pessimista queixa-se do vento, o otimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas".

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