Ser polícia é manter a ordem pública, garantir a segurança da sociedade em detrimento da sua própria segurança. Os agentes Santos e Rainho, ambos agentes da PSP, saíram de casa como faziam todos os dias, para mais um turno de serviço. Desconheciam apenas que esse seria o último turno da vida deles, pois acabariam por ser colhidos por um comboio durante uma perseguição que fizeram a uns assaltantes.

Bruno Chaínho, militar da GNR, foi mortalmente alvejado a tiro em 2013, depois de ter conseguido salvar mãe e filha, sequestradas por um imigrante que perdeu tudo e estava disposto a morrer em Pinhal novo.

Publicidade
Publicidade

Em 2015, Nuno Anes, igualmente militar da GNR, foi chamado como muitas outras vezes para uma ocorrência, desta feita na Quinta do Conde, que envolvia um camarada seu da PSP e o filho do mesmo. Quando chegou ao local, ao tentar ajudar, foi ele também baleado mortalmente pelo atirador. O agente da PSP já se encontrava morto e o filho dele acabou por falecer também.

Paulo Alves e António Abrantes, agentes ao serviço da PSP da Amadora, foram abatidos em serviço em Março de 2005.

Ser polícia é decididamente ter profissão de risco
Ser polícia é decididamente ter profissão de risco

O agente Irineu Dinis foi morto em Fevereiro de 2005 no Bairro da Cova da Moura, na Amadora. O colega escapou por sorte.

Em Dezembro de 2005 o chefe da PSP de Lagos, Sérgio Martins, foi assassinado por assaltantes.

Em Vila Real de Santo António, o chefe Armando Lopes, da PSP, foi atropelado mortalmente junto à ponte do Guadiana por um carro em fuga.

Felisberto Silva, um Polícia de 25 anos, foi assassinado no centro da Damaia, Amadora, com seis tiros à queima-roupa.

Publicidade

Estes são apenas alguns exemplos de polícias mortos durante o cumprimento do dever e que revelam bem todos os perigos e riscos que eles correm durante 24 horas por dia. Eles têm efectivamente uma profissão de risco.

Os polícias que foram mortos em serviço pagaram um preço demasiado alto por lutarem pelos seus ideais e objectivos. Pagaram com a própria vida pelo facto de acreditarem que um dia seriam reconhecidos e recompensados pela sua nobre missão.

Leia tudo e assista ao vídeo