Durante a tarde desta terça-feira (24 de Janeiro de 2017), aproximadamente pelas 17h30, na rua dos Canteiros, em Tires, uma patrulha da Polícia de Segurança Pública (PSP), tentou abordar um grupo de indivíduos. Um deles, de nacionalidade brasileira e com cerca de 30 anos, ao se aperceber da presença dos agentes da PSP, colocou-se imediatamente em fuga. Fuga essa que permitiu que o indivíduo em questão, inicialmente, tenha conseguido manter-se fora do alcance dos agentes de autoridade, que acabaram mesmo por perder o rasto ao fugitivo. Mas posteriormente conseguiram localizá-lo no Alto de Tires e iniciaram de imediato nova perseguição para o capturarem, conforme é adiantado pelo Jornal de Notícias na sua edição de terça-feira.

E foi então nessa altura que, nas proximidades do largo do Américo, o fugitivo alegadamente terá disparado uma arma de fogo por duas vezes, na direcção dos agentes da PSP com o objectivo de os atingir.

Os invólucros da suposta arma utilizada nos disparos contra os agentes da polícia ainda não terão sido encontrados pelas autoridades. O caso entretanto está a ser alvo de investigação e todas as possibilidades estão agora a ser consideradas e averiguadas. Ainda não existem certezas sobre qual terá sido a origem dos disparos, e também se os mesmos terão sido efectuados pelo próprio fugitivo ou por outras pessoas. Mas a investigação mantém-se em curso e aguardam-se mais desenvolvimentos nos próximos dias.

Disparar contra os profissionais das Forças de Segurança está a tornar-se cada vez mais frequente no nosso país.

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É realmente necessário que algo seja feito para contrariar esse fenómeno, para a própria segurança dos nossos polícias. Não é apenas a vida deles que está em risco diariamente, a nossa própria segurança também. Como poderão eles manterem-nos em segurança se eles próprios não estão em segurança? Se atiram assim tão facilmente e tão sem medo contra um polícia, muito mais facilmente atirarão contra qualquer cidadão, contra qualquer um de nós.