Atualização:

Hugo Ernano é o GNR agredido pelo cantor Virgul


Mais uma madrugada algarvia acaba em agressões a um militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) e detenção de um elemento do sexo masculino. O detido trata-se de Virgul, ex-membro da banda "Da Weasel".

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Foi na madrugada desta última terça-feira (15 de Agosto), que Virgul e alguns amigos andavam num Porsche a fazer peões no estacionamento de uma conhecida discoteca conhecida em Vilamoura, a Bliss. Devido à desordem que estariam a causar no local em questão, militares da GNR deram ordem de paragem ao condutor da viatura, o qual obedeceu e parou. Os vários ocupantes saíram imediatamente do interior da viatura.

Posteriormente, Virgul exaltou-se e começou a injuriar os profissionais da guarda.

Elementos do GIOP da GNR responderam prontamente ao pedido de reforços
Elementos do GIOP da GNR responderam prontamente ao pedido de reforços

Imediatamente, os militares pediram reforços e prontamente elementos do Grupo de Intervenção da Ordem Pública (GIOP) da GNR deslocaram-se ao local para ajudar os colegas. Quando um dos elementos do GIOP se preparava para revistar o Virgul, este acabou por agredi-lo fisicamente com uma cotovelada. Mas pouco tempo depois, acabou imobilizado, manietado e detido, tendo sido transportado seguidamente para o posto da GNR de Vilamoura. O militar da GNR, devido a cotovelada, acabou mesmo por sofrer uma lesão no maxilar, pelo que teve necessidade de receber tratamento hospitalar, tendo sido levado para o Hospital de Faro.

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Posteriormente, o cantor dos Da Weasel foi notificado para ser presente ao tribunal de Loulé, mas por indicação do seu advogado, requereu mais tempo para a preparação da sua defesa. Nova audiência ficou marcada para 31 de agosto, tal como adiantou já o Correio da Manhã, numa das suas últimas edições informativas desta quarta-feira (16 de Agosto). Entretanto o músico não quis prestar nenhuma declaração aos órgãos de comunicação social sobre o sucedido.

Mais uma vez, profissionais da guarda foram agredidos durante o cumprimento do dever. Um militar da GNR ficou ferido e teve mesmo que receber assistência hospitalar. Até quando os agressores das forças de segurança vão continuar a ficar impunes e a irem para casa única e exclusivamente com termo de identidade e residência? Quando é que os agressores serão devidamente condenados e punidos? Enquanto eles continuarem a sentir essa mesma impunidade não irão parar com as agressões e, pelo contrário, cada vez mais se sentirão livres para fazer mais e pior, tornando-se muito mais violentos e perigosos.

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Se agridem dessa forma um agente de autoridade, imaginem a facilidade com que poderão agredir o mero e simples cidadão.

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