A principal missão para todos os agentes da Polícia de #Segurança Publica (#PSP) e da Guarda Nacional Republicana (#GNR) é proteger pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida. Todos eles deixam muitas vezes para segundo plano as próprias vidas, para se dedicarem inteiramente às missões que têm no terreno para realizar. Missões que muitas vezes são complexas, perigosas e arriscadas, nas quais eles dão a cara, correm enormes riscos e arriscam mesmo a própria vida. Eles arriscam a vida no terreno, e quando tudo corre bem, não são eles que são agraciados.

Mas quando algo corre menos bem, porque nem sempre corre tudo bem, eles são os primeiros a serem prontamente castigados, processados e condenados.

Além de serem condenados pelos tribunais, também o são pelas próprias instituições policiais que representam.

Basta relembrarmos o caso de Hugo Ernano, o militar da GNR que durante uma perseguição policial acabou por atingir mortalmente um menor de forma acidental. Menor esse que além de ter sido levado para um assalto pelo próprio pai, foi ainda transportado pelo mesmo no interior de uma viatura em fuga das autoridades a alta velocidade. Esse militar acabou condenado pelos tribunais e ao mesmo tempo pela Inspecção Geral da Administração Interna (IGAI).

As agressões também fazem parte do dia a dia de todos os agentes da PSP e militares da GNR. Agressões não só de forma verbal, mas física também. Vários são os casos conhecidos de agressão a agentes de autoridades. Mas um caso que vale a pena recordar é daquele policia que nas festas da Moita quase foi assassinado por um grupo em fúria, que o agrediu de forma bárbara a pontapés e com armas brancas.

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Mesmo já inconsciente continuaram a agredi-lo, e o pior só não aconteceu porque dois ou três civis usaram os seus corpos como escudo humano para proteger o agente da PSP.

E alguns casos de agressões teriam sido evitados, se os tribunais tivessem condenado os agressores, pois muitos deles já possuem registos de agressões anteriores a polícias.

Convém ainda recordar a complexidade de algumas situações que eles tantas vezes enfrentam. Situações em que eles dão o peito às balas e arriscam a própria vida para protegerem outras vidas. É de recordar aqui o jovem militar da GNR Nuno Anes, que quando chegou à Quinta do Conde para tomar conta de uma ocorrência, na qual um agente da PSP e o filho tinham sido baleados, acabou ele também por ser alvejado mortalmente à traição. O agente da PSP alvejado perdeu a vida no local, e o filho do mesmo acabaria por falecer posteriormente.

São vários os casos conhecidos de policias e de guardas que perderam a vida no cumprimento do dever, vale a pena relembrarmos o militar da GNR Bruno Chaínho, os agentes da PSP Santos e Raínho e tantos outros que deram a própria vida em nome da segurança pública.