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Continua em parte incerta o homem de etnia cigana, que esta quinta-feira (10 de Janeiro) agrediu e roubou a arma de fogo a um militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) após o despiste que sofreu a viatura que conduzia durante uma perseguição policial.

A perseguição policial

Perseguição essa que teve início após o mesmo ter desrespeitado uma ordem para parar realizada pela Guarda Nacional Republicana (GNR), numa acção de fiscalização rodoviária pelas 11.00 da manhã, perto da localidade de Maxiais, em Castelo Branco.

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A viatura que acabou por se despistar era uma Ford Transit Branca, e além do condutor, transportava no seu interior mais quatro pessoas, três mulheres (uma delas menor com 15 anos) e um outro homem, todos igualmente de etnia cigana.

A agressão ao militar da GNR

Foi após o despiste que os militares da GNR que os perseguiam se aproximaram deles, e um dos guardas terá ainda conseguido apanhar o condutor, mas o suspeito contou com a ajuda de uma das mulheres para imobilizar o agente de autoridade, e logo depois agrediu-o com pedras na cabeça, conseguiu em seguida colocar-se em fuga a pé.

Quatro detenções após despiste da viatura em fuga

Quanto aos restantes quatro elementos que também seguiam na viatura em fuga, foram detidos, já com a ajuda de reforços que prontamente chegaram após pedido de ajuda dos militares envolvidos na perseguição policial.

Segundo testemunhas locais, terá existido uma troca de tiros logo após o despiste, tal como o Correio da Manhã avançou ainda no dia de ontem.

Fugitivo em parte incerta e ainda não identificado

Logo após da fuga do suspeito, uma verdadeira caça ao homem teve início.

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Vários são os militares da GNR e inspectores da Polícia Judiciária (PJ) que têm patrulhado toda a zona e arredores no sentido de localizar e capturar o fugitivo.

É desconhecida ainda a identidade do fugitivo, pois as quatro pessoas detidas também não colaboraram na identificação do mesmo.

Suspeitas saíram em liberdade

Das três mulheres detidas, só duas permaneceram detidas; a terceira é menor. Segundo o Observador, depois de serem presentes ao Tribunal de Castelo Branco, saíram em liberdade, ficando sujeitas a uma apresentação semanal no posto da GNR da sua área de residência, em Cebolais de Cima.

Segundo declarou o seu advogado ao Observador, estão indiciadas pelo crime de resistência e coação a agente da autoridade, e o processo vai continuar.

Quanto ao segundo homem, uma vez que não participou da agressão, não ficou detido, e até já terá feito um testemunho do sucedido.

Mais um militar da GNR ferido no cumprimento do dever

E mais uma vez, um profissional da Guarda Nacional Republicana acaba ferido durante o cumprimento de dever. O risco que estes profissionais correm sempre que se encontram no terreno existe, e é bem real.

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A missão deles é arriscada e muitas vezes eles pagam um preço demasiado elevado por ela, pagam com a própria vida.