O dia a dia de um agente da Polícia da Segurança Pública (#PSP) não corre o risco de se tornar monótono. Pelo contrário, nunca é igual, sendo-o apenas no risco que envolve. Aquilo que os agentes encontram no terreno, durante o desempenho das suas funções, é do mais diversificado que possamos imaginar e de níveis de risco e de perigosidade muito variáveis. Podem encontrar pela frente crimes dos mais simples e banais até aos mais complexos.

Mas desenganem-se, quem julga que os agentes da PSP correm perigo apenas quando estão de serviço. Estão completamente enganados. Também em períodos em que estão fora de serviço, por vezes, são alvos de agressões, de ameaças e vinganças por quem um dia eles detiveram ou colocaram numa cadeia.

E infelizmente, por vezes, até seus familiares acabam de igual forma envolvidos em esquemas de vinganças.

O perigo para os homens e mulheres da PSP começa logo depois de saírem de suas próprias casas. Mesmo no caminho para as esquadras onde prestam serviço eles correm perigo. Uma das formas que têm para se salvaguardarem é mesmo nunca irem fardados, para não facilitar o trabalho daqueles que odeiam os representantes da lei e da ordem. Se mesmo à civil são reconhecidos como polícias, obviamente que fardados ficam muito mais identificados como tal e vulneráveis a possíveis represálias.

Também nas várias patrulhas que eles fazem deveriam sempre andar em grupo e nunca serem menos de dois, para que a sua segurança seja assegurada, e caso precisem de auxilio imediato, possam ter logo a quem recorrer.

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Apesar de fazerem patrulhas apeadas, eles também patrulham com carros, e é do conhecimento geral que muitas dessas viaturas não estão em condições. Na verdade, seria importante eles puderem dispor de carros em condições para andarem nas estradas. Evidentemente que para eles chegarem o mais rapidamente possível às ocorrências, nada melhor que o carro patrulha para os transportar.

De igual forma, algo que os protege bastante são os coletes balísticos, coletes “anti-bala”. Todos deveriam andar sempre com ele, pois nunca sabem quando uma bala furtiva ou perdida os poderá atingir. E esses mesmos coletes, podem fazer, e fazem mesmo, toda a diferença entre a vida e a morte. No meio de um tiroteio, uma bala que acabe alojada no tórax de um polícia sem protecção (colete balístico) pode mesmo tirar-lhe a vida. Enquanto que se o mesmo estiver devidamente equipado com ele, sobreviverá.

A vida destes profissionais das #forças de segurança é ainda afectada por outros factores inerentes à própria profissão. E entre esses mesmos factores destacam-se: o stress, a pressão, alguma falta de espírito de equipa, a violência que por vezes encontram pela frente nos teatros de operações onde tem que actuar, a certeza de que serão penalizados se algo não correr bem, alguma incompreensão dos próprios superiores e até mesmo falta de algum apoio da própria entidade que tutela os homens e as mulheres da PSP. #GNR