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Foi durante uma festa de Natal em Mem Martins, concelho de Sintra, que dois agentes da Policia de Segurança Pública (PSP) fizeram a detenção de um individuo do sexo masculino com 21 anos de idade, alegadamente envolvido numa situação de agressões.

Os dois polícias, mesmo à civil e desarmados, entraram em acção prontamente quando se aperceberam que o alegado agressor empunhava uma arma branca. Tudo aconteceu no exterior do restaurante onde ambos se encontravam, tal como a revista Sábado avançou numa das edições informativas.

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Foi mesmo a pronta e rápida intervenção desses mesmos profissionais das forças de segurança que fez com que as agressões terminassem rapidamente.

Os dois polícias encontravam-se na altura a conviver, uma vez que ambos até se encontravam de folga.

Medida de coacção

O detido é assim suspeito de um crime de ofensas à integridade fìsica. No entanto, o presumível agressor não compareceu no tribunal judicial da Comarca de Lisboa Oeste como era previsto. E isto mesmo depois de ter sido notificado para primeiro interrogatório judicial e aplicação da respectiva medida de coacção, como poderemos ver numa das mais recentes noticias avançadas do Notícias ao Minuto de 26 de Dezembro.

Em nome da segurança pública

Mais uma vez, ficou comprovado que um agente da PSP, quer esteja a trabalhar ou de folga, nunca deixa de ser um polícia 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano.

São estes polícias, que quer faça calor, quer faça frio, quer esteja sol ou a chover, têm como vital missão: proteger e defender pessoas e bens mesmo que com o sacrifício da própria vida.

Nas ruas, nas escolas, nos hospitais, nas esquadras ou aonde quer que um desacato, desordem ou crime chame por eles, eles estão lá sempre presentes, em nome da ordem e da segurança pública.

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E tantas vezes, ao tentarem proteger os cidadãos, são eles (os polícias) as vitimas, de agressões, de ofensas verbais e físicas.

E é lamentável, que tantas vezes, os polícias corram tantos riscos, e coloquem mesmo a própria vida em risco para deter um "fora da lei"/criminoso, para depois os tribunais libertarem logo de seguida os detidos.

Pela comunicação social, já foram conhecidos vários casos de assaltantes, pedófilos, de agressores e violadores, que foram para casa apenas com medidas de coacção mais leves, e alguns dias depois voltaram a cometer o mesmo crime.

Se tivessem ficado em prisão preventiva, eles nunca teriam regressado a cometer o mesmo crime e a fazer novas vitimas.