Foi aproximadamente pelas 12h45 deste sábado, 9 de março, que um indivíduo do sexo masculino com 35 anos de idade agrediu um agente da Polícia de Segurança Publica (PSP). O agressor encontrava-se na altura a furtar produtos de um supermercado, na invicta cidade do Porto.

O supermercado furtado pertence à cadeia “De Borla” e situa-se na rua Manuel Pinto de Azevedo, na freguesia de Ramalde, tal como o Jornal de Notícias avançou numa das suas edições informativas.

O agressor tornou-se um pouco violento e resistiu à sua detenção, acabando mesmo por agredir o agente da Polícia.

Publicidade

Agente da PSP ferido após agressão

Devido à natureza das agressões sofridas, o agente da PSP necessitou mesmo de tratamento hospitalar, pelo que tal como a TVI 24 avançou num dos seus jornais, foi conduzido posteriormente ao Hospital Geral de Santo António, no Porto.

Entretanto, o agressor, logo após ser detido, foi levado para uma esquadra, permanecendo até segunda-feira para ser levado a primeiro interrogatório judicial com decisão de medidas de coacção a serem aplicadas.

Agressões aos Polícias continuam sem fim à vista

E as agressões aos profissionais das Forças de Segurança continuam sem fim à vista.

Os agressores continuam a sair impunes e apenas com termos de identidade e residência (TIR), são muito poucos aqueles que apanham uma medida de coacção mais gravosa, a prisão preventiva.

De relembrar ainda que muitos desses agressores já possuem cadastros criminais, justamente por agressôes a outros profissionais das Forças de Segurança.

Enquanto os tribunais não começarem a criminalizar devidamente esses agressores pelos seus actos, e a colocá-los de imediato em prisão preventiva, eles vão continuar a agredir polícias, e cada vez com mais frequência e violência.

Agredir um cidadão normal por si só já é crime, mas agredir um representante da lei e da ordem, esse crime torna-se muito mais grave.

Publicidade
Os melhores vídeos do dia

Quem protege os polícias?

Os polícias protegem e defendem pessoas e bens, muitas vezes com o sacrificio da própria vida, mas a eles, quem os defende e protege?

Para nos protegerem, eles próprios, precisam de se sentir seguros e estarem em segurança. Se a segurança deles ficar ameaçada, a segurança de todos os cidadãos fica ameaçada de igual forma.

Pela perigosidade e penosidade da profissão dos agentes da PSP, a mesma deveria ser mesmo considerada de profissão de risco e desgaste rápido.