Foi na madrugada de 16 de março, mais propriamente após as 04h00 horas, que mais três agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) acabaram agredidos e apedrejados, quando nem sequer de serviço estavam.

Os três agentes policiais encontravam-se de folga e casualmente passavam à porta de um bar, quando se aperceberam de uma desordem entre diversos homens no Largo de Santos em Lisboa. De imediato eles se identificaram como polícias e tentaram acalmar os ânimos e separar os envolvidos, tal como a revista Sábado informou numa das suas edições informativas.

Publicidade
Publicidade

Mas de uma forma surpreendente, e quando menos esperavam, os desordeiros juntaram-se e viraram-se contra os agentes de autoridade. Os polícias tiveram de chamarem reforços para resolverem a situação e procederem à detenção de três dos suspeitos.

Episódio de violência

Pela natureza das agressões sofridas, os três agentes da PSP precisaram mesmo de receber tratamento hospitalar, pelo que os três foram transportados para o Hospital de São Francisco Xavier, tal como o Correio da Manhã noticiou.

Publicidade

Agora, os alegados agressores serão presentes a um juiz para um primeiro interrogatório judicial e para tomarem conhecimento das medidas de coacção que lhe irão ser aplicadas.

Se as agressões aos polícias fossem devidamente punidas, eles ficariam com a medida de coacção mais gravosa: a prisão preventiva.

Um trabalho diferente

Este episódio vem comprovar que até mesmo fora de serviço eles nunca deixam de ser polícias, nunca deixam de ser os representantes máximos da lei e da ordem.

Mesmo estando fora de serviço eles não conseguem virar as costas a uma desordem ou desacato, isso já lhes é inato e está no sangue.

Combater o crime e perseguir os criminosos já faz parte do dia a dia de um polícia, e nem de folga ele consegue realmente esquecer isso; muitas vezes diz-se mesmo, que eles na verdade são polícias 24 horas por dia, e são.

Mas os polícias, quer estejam de serviço ou de folga, nunca se esquecem que um dia juraram debaixo da bandeira portuguesa proteger e defender pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida.

São muitas as vezes que os polícias deixam para segundo plano a própria vida pessoal deles.

Aliás, às vezes eles até esquecem os próprios problemas para tentarem resolver os problemas dos outros. Quantas vezes eles é que precisavam de apoio e de um abraço amigo, e no entanto, são eles que apoiam uma vítima que sobreviveu ou tentam confortar alguém que perdeu um familiar, um amigo ou conhecido num crime macabro e hediondo.

E quem protege afinal os polícias?

Publicidade

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo