Na madrugada de sexta-feira, foram vários os moradores nos arredores da Estrada Militar da Damaia, em Lisboa, que ligaram para a Esquadra local para fazerem reclamações à Polícia de Segurança Pública (PSP) de barulho excessivo.

Barulho esse oriundo de um café ali perto aberto, com som demasiado alto e ainda com o lançamento de fogo de artificio, conforme o “Noticias ao Minuto” informou na sua edição informativa.

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Várias reclamações chegaram à Esquadra da Damaia

A PSP, perante as várias queixas, enviou prontamente ao local uma patrulha policial já reforçada com uma equipa de intervenção rápida da PSP.

Foi já durante a intervenção que ocorreu o arremesso de vários objectos contra os agentes de autoridade, tais como garrafas de vidro e pedras.

PSP recorreu ao disparo de balas de borracha

Para dispersar os agressores e repor novamente a ordem pública, os polícias foram mesmo obrigados a recorrer ao disparo de algumas balas de borracha.

Carrinha dos agentes da EIR da PSP
Carrinha dos agentes da EIR da PSP

Desta acção policial resultaram dois feridos, sendo um deles um agente da PSP.

O PSP foi atingido num dos joelhos por uma das pedras arremessadas, e pela natureza das lesões sofridas, teve mesmo que ser transportado para uma instituição hospitalar (Hospital de Santa Maria), para receber tratamento adequado.

O segundo ferido era um homem com 27 anos de idade, um dos agressores, que acabou por ser atingido também com uma das balas de borracha disparadas pelos polícias, tal como foi avançado pela TVI 24 numa das suas edições informativas.

Entretanto, a Polícia de Segurança Pública já informou devidamente o Ministério Público de todas as ocorrências da última madrugada.

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Os polícias correm riscos todos os dias

Todos sabemos que os agentes da PSP têm a nobre missão de proteger e defender os cidadãos, mesmo que com o sacrifício da própria vida.

Mas quem protege e defende a vida deles afinal? Pois quase diariamente durante o cumprimento do dever, eles correm muitos riscos e são agredidos e até mortos.

Eles, para protegerem e defenderem a vida dos outros, colocam muitas das vezes a própria vida deles em risco. Muitas vezes eles encontram perigos sem fim e até a própria morte em nome da segurança púbica.

Mas o risco que eles correm não é apenas quando se encontram em serviço, também quando estão de folga ou mesmo em férias, eles podem correr riscos, e serem alvo de vinganças por parte de quem já prenderam um dia.

E infelizmente, não são são eles os únicos a serem atingidos, por vezes servem-se dos familiares para os atingirem directamente.

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