E as agressões a elementos das Forças de Segurança continuam sem fim à vista, tendo ocorrido mais uma, desta feita a um militar da Guarda Nacional Republicana (GNR).

Numa tentativa de libertarem um detido, 15 indivíduos do sexo masculino mantiveram sequestrados quatro militares do posto da GNR de Vialonga, em Vila Franca de Xira, tal como o Correio da Manhã adiantou numa das suas edições informativas.

Esses profissionais da Guarda estiveram aproximadamente meia hora retidos pelos 15 homens e foram mesmo obrigados a chamarem reforços, para impedirem a invasão do posto.

Militar da GNR alvo de injúrias e ameaças

O homem que se encontra agora detido terá ido ao posto da GNR terça-feira, 30 de Abril, à noite para apresentar uma queixa. No entanto, o homem acabou a injuriar e a ameaçar o guarda que se encontrava de serviço, tal como avançou o jornal “Diário do Distrito” num dos seus boletins informativos.

Entretanto, o mesmo homem, após injuriar e ameaçar o profissional da GNR, tinha ficado logo detido até ser presente a um juiz para o primeiro interrogatório judicial e para também tomar conhecimento das medidas de coacção aplicadas. Foi isso que levou à tentativa de invasão.

Os militares da GNR precisaram de reforços

Durante a tentativa de invasão das instalações do posto da GNR, acabaram por ficar danificadas uma porta e uma janela.

As acusações contra o detido que os 15 homens pretendiam libertar são de injúrias e ameaças ao militar da GNR de serviço.

E a Guarda Nacional Republicana acabou mesmo por deter um segundo indivíduo.

Os militares da GNR até nos locais de trabalho correm riscos todos os dias

Não é só nas ruas que o perigo espreita, até mesmo no interior das instalações dos Postos da Guarda Nacional Republicana os profissionais da guarda não estão seguros e correm riscos todos os dias.

Todos os dias eles lidam com aqueles que andam no mundo do crime: assaltantes, agressores, violadores, homicidas e muitos mais.

Eles arriscam a vida e ficam com a própria segurança ameaçada para combater o crime e fazer detenções muitas vezes arriscadas e perigosas.

Eles farão tudo o que estiver ao alcance deles para fazerem cumprir a lei, mesmo que até possam nem concrdar com as mesmas, pois não são eles que as criam.

Estes profissionais das Forças de Segurança um dia juraram debaixo da bandeira portuguesa proteger e defender pessoas e bens mesmo que com o sacrifício da própria vida.

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