Foi no Parque das Nações, em Lisboa, que na passada sexta-feira aconteceu mais um acidente de viação. O homem que ia ao volante da viatura acidentada, no momento em que estava a ser socorrido pelo INEM (Instituto de Emergência Médica), já no interior de uma ambulância, tornou-se inesperadamente violento com aqueles que lhes prestavam auxílio médico.

E por esse facto foi mesmo necessário solicitar a presença do agente da Polícia de Segurança Pública (PSP), que na altura tomava conta da ocorrência do sinistro.

Agente da PSP vítima de agressão violenta

Quando o agente de autoridade se aproximou do homem, foi imediatamente agredido violentamente pelo mesmo, tal como o Correio da Manhã informou numa das edições informativas de 19 de julho. O polícia foi agredido de forma tão violenta que sofreu mesmo uma fractura do nariz.

Após o ataque violento e uma vez que o homem estava proibido de conduzir, agitado e agressivo, a equipa médica do INEM viu-se obrigada a sedar o condutor acidentado. Já sedado, finalmente foi possível realizar o seu transporte para uma unidade hospitalar, para receber tratamento adequado nos ferimentos causados pelo acidente.

O Agente da Polícia de Segurança que tinha sido violentamente agredido na cara sofreu uma fractura que o obrigou a ser submetido a uma cirurgia correctiva, tal como confirmou o jornal "Sol" numa das suas edições informativas.

As agressões aos polícias sem fim à vista

Nos últimos dias, temos vindo a observar que agentes da PSP e militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) são agredidos diariamente no cumprimento do dever. Este novo episódio de violência contra um agente da PSP vem reforçar a urgente necessidade de agressores violentos destes serem criminalizados e de lhes serem aplicadas medidas de coacção mais gravosas, tal como a prisão preventiva.

Muitos dos agressores dos profissionais das forças de segurança já possuem cadastro e nele constam agressões anteriores a outros agentes de autoridade.

Se ficassem em prisão preventiva enquanto aguardam julgamento, talvez numa próxima pensassem melhor antes de agredir novamente mais um polícia. Já para não falar, que se tais agressores não forem castigados e punidos, continuarão a ter um sentimento de impunidade pelos seus actos, e continuarão a agredir com mais frequência e maior violência.

Os elementos das forças de segurança apenas cumprem o seu dever: fazem cumprir a lei e a ordem.

E muitas vezes protegem pessoas e bens, mesmo com o sacrifício da própria vida.

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