São vários os casos conhecidos de agressões aos profissionais das forças de segurança em Portugal. Eles têm como missão proteger pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida. E são os agentes da Polícia de Segurança (PSP) e os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) os mais atingidos, apesar de os guardas prisionais começarem também a serem mais agredidos nos últimos tempos.

Seguidamente, são apresentados alguns relatos dos casos mais recentes de polícias agredidos no cumprimento do dever.

Verão com incidentes

25 junho 2019

Um recluso alcoolizado da prisão do Linhó, em Sintra, agrediu três guardas prisionais.

27 junho 2019

Alguns militares da GNR do posto de Fânzeres, em Gondomar, foram vítimas injurias e agressões por parte de um homem com 25 anos de idade, que acabou detido.

30 junho 2019

Foi durante as festas do Montijo que mais um agente da PSP foi agredido por um advogado.

2 julho 2019

Uma das ações de patrulhamento da Polícia de Segurança Púbica na Cova da Moura resultou em quatro agentes da PSP atacados à pedrada.

7 julho 2019

Quase em simultâneo, aconteceram dois episódios de agressão a agentes da polícia: três agentes foram apedrejados em Massamá, e próximo da estação de Metro do Marquês de Pombal, em Lisboa, um outro polícia acabou ferido de igual forma.

10 julho 2019

Dois militares da GNR de Lourosa acabaram agredidos por um casal com aproximadamente 50 anos de idade que acabou detido.

Profissão de risco

Apesar de continuarem a sofrer agressões dia após dia, os profissionais das forças de segurança não esmorecem e nem descuram o seu profissionalismo e o seu sentido de dever.

Orgulham e dignificam a farda que vestem e nunca esquecem o sentido do dever e o espirito da missão, o que os leva muitas vezes a descurarem a própria vida pessoal deles, em nome das suas missões.

Quer estejam a trabalhar ou em tempo livre, estão sempre prontos a agir em nome da segurança pública.

Algumas das agressões ocorrem quando os policias e profissionais da Guarda agem quando nem sequer estão em serviço, mas como se deparam com desordens e desacatos, eles são os primeiros a intervirem, para tentarem acalmar os ânimos e manter a ordem.

E não são poucas as vezes que os agentes da PSP e os militares da GNR, ao responderem a um alerta ou um pedido de socorro, quando se preparam para ajudar as pessoas ou repor a ordem acabam agredidos no meio dos desacatos e desordens.

Além de desacatos e desordens, são muitas vezes apanhados em tiroteios e em perseguições policiais, que nem sempre acabam da melhor forma, infelizmente. E apesar das agressões que eles sofrem, continuam a não reconhecer a profissão de polícia como sendo de risco.

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