Foi na última terça-feira (2) que aproximadamente pelas 15h mais dois agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) foram agredidos à pedrada, no bairro da Cova da Moura, no concelho da Amadora e distrito de Lisboa.

Os polícias em questão preparavam-se para proceder ao reboque de duas motas que alegadamente teriam sido furtadas. E foi exactamente enquanto aguardavam o reboque, que acabaram por ser apedrejados por vários populares à distância.

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Apesar de todo o aparato, nenhum polícia ficou ferido, mas o carro-patrulha dos polícias acabou por ficar um pouco danificado, tal como a SIC Notícias adiantou numa das edições informativas no próprio dia em que a ocorrência aconteceu.

A TVI 24 avançou, entretanto, numa das suas edições, que o Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública teria afirmado à Lusa que desconhecia este incidente.

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Violência contra polícias continua sem fim à vista

O episódio de violência contra estes dois polícias acontece exactamente quando ainda estão muito recentes os últimos acontecimentos na Cova da Moura que terminaram com 8 policias condenados.

Os agentes da Polícia de Segurança Pública apenas estavam ali para cumprir a lei e fazer o trabalho deles, no entanto, acabam por ser atacados com pedras.

Ficou visível que a violência na Cova da Moura existe e que a presença da polícia nesse local decididamente não é muito desejada.

A polícia tem razão quando exige reforços para entrar nesse bairro, e noutros semelhantes tão problemáticos.

A segurança deles fica sempre em risco e ameaçada a partir do momento em que entram nesses bairros, e para cumprirem o trabalho deles, têm que ter o mínimo de segurança assegurada.

Porque se nem a segurança deles for assegurada, como podem eles assegurar a segurança dos outros? A missão deles é mesmo essa: proteger as pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida. Eles estão dispostos a morrer se preciso for para protegerem uma vida, mas e a vida deles, quem a protege?

Agressões a polícias devem ser penalizadas

Quando os agentes da PSP são obrigados a usarem a força, são prontamente acusados de brutalidade policial. Mas quando são eles que são as vítimas do excesso da força e da violência, ninguém acusa os seus agressores.

Começa a ser necessário que as agressões e violência contra os polícias sejam devidamente punidas, e que os tribunais coloquem mesmo em prisão preventiva os agressores até ao julgamento, pois muitos deles já possuem cadastro por agressões anteriores a polícias.

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