Foi no final da tarde do dia 1 do corrente mês que mais três militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) acabaram agredidos durante o cumprimento do dever no café Estrela, em Cuba, do distrito de Beja.

Aproximadamente pelas 20:30 horas desse mesmo dia, a GNR terá sido alertada para uns desacatos que estavam a ter lugar nesse mesmo local.

Entretanto, um militar da GNR que morava perto do local em questão, tentou de imediato moderar e serenar os ânimos, mas sem sucesso e acabou mesmo por ser ele o primeiro agredido pelos quatro indivíduos (três homens e uma mulher), tal como a Lidador Noticias avançou pouco tempo depois do ocorrido.

A patrulha enviada ao local também foi célere a chegar ao local da ocorrência, mas foi prontamente recebida de igual forma com violência pelos agressores.

A detenção dos agressores dos GNR

Os desordeiros e agressores somente acabaram detidos com a chegada de reforços: o Destacamento de Intervenção da Guarda Nacional Republicana.

Os detidos supostamente eram da mesma família e ficaram no Posto Territorial de Beja a aguardar ida a primeiro interrogatório judicial e para conhecerem as respectivas medidas de coacção.

Foram vários os militares da GNR a ficarem feridos, mas apenas três precisaram efectivamente de receber tratamento hospitalar, pela natureza das lesões que sofreram.

O café nas horas seguintes ficou vigiado por quatro elementos da GNR armados, enquanto que mais quatro deles circularam e patrulharam a vila de Cuba, numa tentativa de prevenir manifestações ou outras acções de apoio dos familiares dos detidos, tal como o Jornal de Noticias noticiou no próprio dia das ocorrências.

Esta acção policial contou no total com 50 militares da GNR dos destacamentos de Beja, Cuba, Vidigueira e do Núcleo de Investigação Criminal.

Agressões são frequentes

Mais uma vez se comprovou que ser elemento das forças de segurança é ter profissão de risco. O perigo e risco é companhia assídua e permanente dos militares da GNR enquanto eles estão no desempenho das suas funções.

A missão deles é sem dúvida alguma nobre, mas também arriscada e perigosa para todos eles. Eles protegem pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida se for preciso.

Mas enquanto os seus agressores sentirem o sentimento da impunidade presente, eles continuarão a agredir, cada vez mais frequentemente e com mais violência.

Somente quando os tribunais começarem a deixar os agressores a aguardarem julgamento em prisão preventiva e a sentenciarem penas adequadas é que esses agressores possivelmente irão pensar duas vezes antes de agredir novamente um agente de autoridade.

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