Foi no primeiro dia do corrente mês que mais dois agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) foram agredidos em serviço, por uma mulher com aproximadamente 43 anos de idade. Supostamente, a suspeita teria ingerido medicamentos juntamente com bebidas alcoólicas, pelo que apresentava alteração do comportamento no interior de uma farmácia (Mundial) no largo Dona Estefânia.

E exatamente pelo facto de estar a causar desacatos e danos na mesma, arremessando para o chão vários produtos em exposição e injuriando funcionários e clientes, alertaram de imediato a PSP para o facto. A mesma prontamente enviou uma patrulha policial para o local para tomarem conta do sucedido.

Polícias recebidos com hostilidade e agressividade

Quando chegaram ao local, os dois agentes da PSP foram recebidos de forma hostil e agressiva pela mulher, já no exterior da farmácia.

Mesmo durante a detenção e a colocação das algemas, ainda tentou empurrar e agarrar os braços de um dos agentes, tal como o Correio da Manhã noticiou no dia 3 de setembro numa das suas edições informativas. Posteriormente à detenção e imobilização, foi de seguida transportada para a esquadra, no carro-patrulha.

Foi durante o trajecto que tentou agredir novamente os polícias, tal como o mesmo "Correio da Manhã" noticiou na altura.

Apesar de algemada e com cinto de segurança, tentou soltar-se e agrediu o condutor no ombro, deixando-o no momento um pouco atordoado pelo que por instantes perdeu mesmo o controlo da viatura.

Não satisfeita, agrediu também o agente da Polícia de Segurança que seguia ao seu lado, no banco de trás com arranhões e ainda o tentou morder. No entanto, ficou em liberdade após o sucedido.

Agressões a agentes da PSP sem fim à vista

E mais uma vez, agentes da Polícia de Segurança Pública foram alvo de agressões no cumprimento do dever.

O sentimento de impunidade nos agressores continua inalterável. As agressões contra os agentes policiais continuam a acontecer diariamente e nada é feito para minimizar ou eliminar isso.

As agressões continuam sem fim à vista, cada vez mais frequentes e mais violentas, e os agressores continuam em liberdade ou no mínimo com Termos de Identidade e Residência (TIR).

Enquanto não forem devidamente condenados e punidos de acordo com a gravidade dos seus atos, eles continuarão a agredir sempre que quiserem, pois sabem que nada lhes acontecerá. Se eles começassem a ficar logo em prisão preventiva a aguardar idas ao julgamento, certamente que esta vaga de agressões contra os elementos das Forças de Segurança iriam diminuir e muito. E alguns deles, até já são reincidentes nas agressões aos polícias.

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