No último domingo (18), na Cova da Moura, concelho da Amadora, uma festa ilegal que juntou várias dezenas de jovens (aproximadamente 300 pessoas) na rua, com música muito alta e bastante álcool, acabou com um agente da PSP ferido, segundo informação avançada pelo JN. Ajuntamentos esses que atualmente, devido à pandemia que atravessamos, são expressamente proibidos, e a PSP tem indicação e ordem expressa para desmobilizar multidões.

PSP alertada para o barulho da festa ilegal

Várias pessoas alertaram a PSP local, denunciando o barulho incomodo que se fazia ouvir nessa dita festa, animada por um DJ.

Após se terem certificado que esses alertas eram verdadeiros, prontamente mandaram uma patrulha para o local.

Eram aproximadamente 22h quando a PSP se preparava para entrar no bairro, tendo sido prontamente recebida a tiro e arremesso de pedras e garrafas, acabando por não avançar mais, tendo sido obrigada a pedir reforços, tal como o mesmo JN confirmou numa das suas edições informativas de ontem.

PSP recebida a tiros e arremesso de garrafas e pedras

Os reforços foram imediatamente acionados e rapidamente chegaram ao local.

Algum tempo depois, chegaram várias Equipas de Prevenção e Reação Imediata (EPRI) e o Corpo de Intervenção (CI) da Unidade Especial de Policia (UEP).

E todos juntos finalmente conseguiram dispersar a multidão e efetuarem a detenção de três homens, com idades entre os 23 e os 28 anos.

PSP faz 3 detidos, um deles já era indiciado por tráfico de drogas

Um dos detidos, foi quem arremessou as garrafas contra o agente da PSP, deixando-o ferido e outro estava na posse de pedras que se destinavam a ser arremessadas contra os polícias.

Enquanto que o terceiro, já estava indiciado por tráfico de drogas.

Ficando esses 3 detidos a aguardarem o primeiro interrogatório judicial perante um juiz, para tomarem conhecimento das respetivas medidas de coação aplicadas.

Agressões de agentes da PSP continuam sem fim à vista

Mais uma vez, fica comprovado a perigosidade e o risco extremo que os polícias correm diariamente no cumprimento das suas missões.

A violência contra os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), continua sem fim à vista.

Os agressores da PSP continuam a sentir um enorme sentido de impunidade, o que lhes dá cada vez mais força e liberdade para continuarem a agredir os polícias, cada vez mais frequentemente e com mais violência.

Muitos deles já com cadastro, e reincidentes nas ofensas contra agentes de autoridade, caso eles tivessem sido punidos convenientemente à primeira, poderiam certamente não ser reincidentes.

Quando as ofensas contra os elementos da PSP começarem a ser severamente punidos, talvez respeitem mais os representantes da lei e da ordem.

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