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O mês de Maio ainda não chegou, mas promete já ser uma dor de cabeça. À data de hoje, 25 de Abril, estão já marcadas 4 greves. TAP, empresas de distribuição, Metropolitano de Lisboa e Carris prometem parar por um (ou até mesmo 10 dias) ao longo do mês de Maio. Conheça as datas, os motivos e as principais revindicações destas greves.

TAP

O primeiro a anunciar uma paralisação para o mês de Maio foi o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC). A partir de 1 de Maio, e durante os 10 dias seguintes, os pilotos da companhia aérea avisam que estarão em greve. Em causa está, segundo o Diário de Notícias, o incumprimento do acordo firmado entre a TAP e o Governo em 2014 (e antes desse, um outro assinado em 1999) que dava à companhia o direito de participar no capital da empresa durante a privatização.

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De acordo com o Público, esta Greve exige ainda a reposição do subsídio de antiguidade. Sem decreto de requisição civil e com os serviços mínimos por conhecer, o cenário complica-se para quem tem viagens marcadas pela TAP para os primeiros dias de Maio.

Empresas de distribuição

À semelhança dos pilotos da aviação civil, também os funcionários das empresas de distribuição têm uma greve marcada para o próximo dia 1 de Maio. O anúncio foi feito pelo Sindicato dos Trabalhadores e Técnicos de Serviços (SITESE), bem como o Sindicato do Comércio e Serviços (CESP) a 21 de Abril. O pré-aviso de greve da CESP para este dia já é comum, no entanto este ano é diferente. Se em anos anteriores a greve foi convocada para permitir que os trabalhadores dos hiper e supermercados comemorassem este dia, este ano os seus motivos são mais profundos, servindo a greve para reivindicar melhores condições de trabalho para os funcionários deste sector.

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Metropolitano de Lisboa

Como forma de contestação pela possível subconcessão da empresa também o Metro de Lisboa para a 12 de Maio durante 24 horas, informa Anabela Carvalheira, da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans). Antes disso, o Metro de Lisboa tem ainda uma greve parcial agendada para este mês. Deste modo entre 6h30 e 10h00 do dia 28 de Abril o metro não deverá circular na cidade de Lisboa.

Carris

À semelhança do Metropolitano de Lisboa, também a Carris agendou uma greve de 24 horas para protestar contra a subconcessão da empresa. Assim, durante o dia 14 de Maio prevê-se que os autocarros da Carris não circulem pelas ruas lisboetas.

Estão assim previstas 4 greves para o mês de Maio.

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No dia 1 inicia-se a paralisação da TAP, que se prolongará por 10 dias. Ainda no dia 1 param as empresas de distribuição. Dia 12 entram em greve os funcionários do Metro de Lisboa e dia 14 os funcionários da Carris.