Um menino e uma menina com 8 e 7 anos de idade morreram ao princípio da noite desta segunda-feira, 21 de Setembro, na sequência de um Acidente próximo de Castro Verde, no distrito de Beja. Da colisão, que envolveu dois automóveis ligeiros e um veículo de tração animal, resultou igualmente a morte de um casal, com idades entre os 30 e os 45 anos de idade. Há a registar, ainda, ferimentos graves num bebé de 18 meses que foi aerotransportado para Lisboa.

Uma outra criança de 15 anos sofreu ferimentos considerados ligeiros tendo sidoencaminhada para uma unidade hospitalar de Beja.

O alerta chegou ao Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja às 19:59 horas, tendo sido accionados para o local da violenta colisão vários meios dos Bombeiros Voluntários de Castro Verde, Aljustrel e Ourique, auxiliados por uma ambulância da Cruz Vermelha de Castro Verde, assim como uma ambulância Suporte Imediato de Vida, uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação e um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Citado pelo jornal Público, o capitão Sousa, da Guarda Nacional Republicana de Beja, deu conta que as quatro vítimas mortais, bem como as duas crianças feridas, seguiam no veículo de tração animal, suspeitando-se tratar-se de membros da mesmafamília. Devido aos graves ferimentos, o bebé foi transportado no helicóptero do INEM para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Já a outra criança, de 15 anos, foi transportada em ambulância para o Hospital de Beja.

Por sua vez, os condutores dos dois automóveis, um homem de 74 anos de idade e um outro de 66, de nacionalidade suíça e portuguesa, respectivamente, sofreram ferimentos considerados ligeiros, tendo sido encaminhados para uma unidade de saúde da zona.

Segundo o mesmo militar da GNR, os três veículos envolvidos no acidente circulavam no sentido Norte-Sul, tendo adiantado que o veículo de tração animal não se encontravadevidamente sinalizado.

As circunstâncias do acidente estão a ser investigadas pelas autoridades, no entanto, ao mesmo jornal, o capitão Sousa referiu que “a falta de visibilidade” poderá ser um dos factores a considerar no processo de averiguação das respectivas causas.

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