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As afirmações de um taxista tornaram-se virais e geraram várias ondas de indignação e de contestação nas diversas redes sociais. Jorge Máximo, que é também um conhecido adepto do Sport Lisboa e Benfica, considerou que “as leis sãos como as meninas virgens, são para ser violadas”. Afirmações foram proferidas nesta segunda-feira, 10 de Outubro, no decorrer de uma Manifestação de Taxistas em Lisboa. O vídeo com as declarações de Jorge Máximo atingiu milhares de visualizações em poucas horas.

Foi no calor dos protestos dos taxistas [VIDEO] que Jorge Máximo fez declarações polémicas, que em pouco tempo, se tornaram virais. As afirmações foram feitas aos microfones da CMTV e em pouco tempo o vídeo contabilizou milhares de visualizações e partilhas, tendo sido criada uma onda de contestação e de reacções.

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Há mesmo quem ameace com a apresentação de queixas às autoridades.

Sentindo-se injustiçado perante as regras e as leis que regulam a actividade de táxi, Jorge Máximo considerou que só alguns são cumpridores. Mas foi mais além e acabou por afirmar que são leis “para ser violadas”, tal como “as meninas virgens”. O taxista acendeu mais uma polémica, já que Jorge Máximo é um conhecido adepto do clube da Luz, sendo protagonista de algumas afirmações polémicas.

De referir que esta segunda-feira (10 de Outubro) ficou marcada pelos protestos dos taxistas em Lisboa, com epicentro na Rotunda do Relógio, junto ao Aeroporto Humberto Delgado. Durante o dia, os manifestantes originaram alguns momentos de tensão, e até de confrontos, perante o forte contingente policial presente no local, tendo sido detidas três pessoas.

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Na origem da luta daqueles motoristas profissionais está o funcionamento de novas plataformas de transporte de passageiros como a Uber e a Cabify. Os taxistas consideram que se tratam de operadores ilegais e criticam pelo facto de o Governo estar a preparar legislação que regulamente aquela actividade. Os representantes dos taxistas chegaram a reunir de emergência com a tutela, mas não chegaram a qualquer tipo de acordo, fazendo com que a concentração dos manifestantes se mantivesse pela noite dentro junto ao aeroporto internacional de Lisboa.