Uma mulher foi esfaqueada, supostamente pela antiga companheira do seu filho, que está actualmente a residir em França. A vítima estava sozinha em sua casa quando foi surpreendida pela presença da alegada agressora. Sofreu ferimentos em várias partes do corpo, designadamente na cabeça, na cervical e nas mãos. O caso aconteceu na freguesia de Irivo, no concelho de Penafiel. As causas e as circunstâncias em que ocorreu aquele Crime estão a ser investigadas pela Polícia Judiciária.

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Tudo aconteceu poucos minutos antes das 13 horas desta quinta-feira, 1 de Dezembro. A mulher, de 69 anos, estava sozinha no interior da sua residência quando recebeu a visita da antiga companheira do seu filho, uma mulher de 50 anos. Não se sabe em concreto o que se passou no interior da habitação, localizada na estrada principal que atravessa a localidade de Irivo, concelho de Penafiel. As informações tornadas públicas revelam que as duas mulheres terão iniciado uma violenta discussão.

Autoridades investigam circunstâncias do crime ocorrido no interior da habitação da vítima
Autoridades investigam circunstâncias do crime ocorrido no interior da habitação da vítima

No decorrer daquele envolvimento agressivo, a vítima terá sido esfaqueada por várias vezes, sido atingida em diversas zonas do corpo, como cabeça, pescoço e membros superiores.

Foram os gritos da vítima que alertaram os vizinhos para o que estaria a acontecer. Aqueles, juntamente com alguns familiares, deslocaram-se à moradia e terminaram com a discussão e agressão entre as duas mulheres. Os mesmos populares que impediram que a suposta agressora tivesse fugido do lugar, retendo-a até à chegada dos militares da Guarda Nacional Republicana.

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A vítima acabaria por ser socorrida e transportada ao Hospital Padre Américo, em Penafiel, onde ficou internada para observações. Também a mulher mais nova foi transportada à mesma unidade hospitalar devido a ferimentos sofridos nas mãos. No entanto, acabaria por ter alta médica pouco tempo depois.

A ocorrência foi registada pelos militares da Guarda Nacional Republicana, mas uma vez que se tratou de uma agressão com arma branca, a investigação passou para a alçada da Polícia Judiciária, que enviou para o local uma equipa de peritos e de inspectores para recolha de indícios e testemunhos que contribuirão para esclarecer as circunstâncias em que tudo aconteceu.

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