Longevão os tempos em que estávamos totalmente limitados ao que os gigantes dainformática nos disponibilizavam para trabalhar ou utilizar em hobbies. O chamado software open source começou a ganhar um número infinito deentusiastas, que foram desenvolvendo programas de qualidade bastante elevada e queneste momento já concorrem diretamente com o dito software tradicional. Encontramos inúmeros sistemas operativos quesão criados tendo por base diferentes conceitos de trabalho ou lazer, software empresarial e pessoal, jogos,etc. A adesão a este novo conceito não tem sido grande apenas nos particulares;empresas e até algumas entidadesgovernamentais já aderiram como forma de baixar os custos. Nos dias dehoje, não há motivo para não se optarpor software gratuito.

Sequisermos ser um pouco mais específicos ao nível dos conceitos, nem todo o software open source será gratuito.

Adesignação de open source indica que, após a sua disponibilização, o utilizador final tem acesso ao seu “códigofonte” e pode manipulá-lo, sendo que a sua disponibilização pode então ser ounão gratuita. No entanto vamos abordarapenas a vertente gratuita em que o leque de opções já é bastantediversificado. Neste primeiro artigo vamos abordar apenas três sistemas operativos(SO) e a sua utilidade, deixando para um artigo futuro as diferentes aplicaçõesque podem ser utilizadas em alternativa às convencionais.

Começandopelos sistemas operativos, que na grande maioria são distribuiçõesdesenvolvidas com base em LINUX, começamoslogo a poupar em relação às licenças pagas do Windowsda gigante Microsoft, para além de que têm também suporte garantido pelosfornecedores. Existem SO para todos os gostos, consoante seja a finalidade quelhe iremos dar, e podemos facilmente fazer o seu download na internet. Abordando os mais conhecidos, temos o Ubuntu, que é talvez omais conceituado. Esta distribuição tem diversas versões que são, por norma, lançadas semestralmente.

Destaca-se por ser um SO criado para ser utilizado porqualquer pessoa de qualquer nacionalidade e independentemente do seu nível deconhecimento. É um SO produzido por uma empresa, a Canonical.

Numaversão muito semelhante temos o LinuxMint, que é desenvolvido com base no Ubuntu mas com adaptações. Éconsiderado como sendo um SO mais leve (respostas mais rápidas aos pedidos doutilizador) e mais estável para quem o pretenda utilizar com fins maisprofissionais. Não tem por trás uma empresa como patrocinador, mas sim umagrande comunidade de programadores altamente experientes.

É considerado pormuitos utilizadores como a alternativa direta ao Windows.

Emúltimo lugar apresentamos o Xubuntu,que se caracteriza por ser um SO altamente recomendável para computadores maisantigos e com grandes limitações de hardware.É um derivado do Ubuntu e é desenvolvido também pela Canonical, mas que, utilizando um diferente ambiente gráfico, torna o SO bastante mais rápido pornão “consumir” tantos recursos computacionais.

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