O reconhecido actor britânico Christopher Lee, mais conhecido por ter interpretado papéis de vilão nas sagas A Guerra das Estrelas e O Senhor dos Anéis, faleceu no passado domingo, dia 7 de Junho, vítima de problemas circulatórios e cardíacos, em Londres. Christopher encontrava-se internado no Chelsea and Westminster Hospital, em Londres, há cerca de três semanas, tendo acabado por falecer, nessa mesma unidade hospitalar, aos 93 anos.

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A notícia da sua morte só foi divulgada esta quinta-feira, dia 11 de Junho, uma vez que a mulher do actor, Birgit Kroencke, com quem esteve casado mais de 50 anos, preferiu primeiro dar a notícia aos familiares e amigos mais próximos, para então depois a divulgar publicamente.

Com um variado reportório de personagens, ele foi o monstro Frankenstein, a múmia e o Conde Drácula, pedindo sempre nas entrevistas “Por favor, não me descreva como uma ‘lenda do terror’ Já passei essa fase”.

Aos 93 anos preparava um novo trabalho
Aos 93 anos preparava um novo trabalho

No total, participou em mais de 250 trabalhos. Christopher debateu-se ainda com o James Bond, mas foi nas produções A Guerra das Estrelas e O Senhor dos Anéis que terá ganho muito mais fãs, neste último caso interpretando Saruman, o mago da trilogia baseada nos livros de J.R.R. Tolkien. Aos 93 anos ainda se encontrava no activo, confirmando o que um dia havia afirmado numa entrevista na qual confessou que gostava de morrer estando ainda a trabalhar.

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Em Novembro iria começar a gravar um filme sobre as horas anteriores à queda das Torres Gémeas.

Para além da carreira na representação, na qual se estreou em 1940, Christopher mantinha ainda outros interesses, nomeadamente o heavy metal. Dono de uma voz impressionante, Christopher gravou uma série de discos com os clássicos da Broadway, mas foi com o seu disco de heavy que em 2010 conquistou o prémio a Bíblia de Metal. Apaixonado pelas artes, Christopher Lee, que em 2009 foi ordenado Cavaleiro Real, confessou agora mais recentemente que a representação “é o que me faz continuar, é o que eu faço, dá sentido à minha vida”.

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