Os fiéis seguidores da saga de Rick Grimes e do seu grupo no universode The Walking Dead já estarão certamente a contar os dias para o início desta rentréetelevisiva. Oswalkerse o mundo distópico criado por Frank Darabont, com base na banda desenhada homónima deRobert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard, estão de regresso à televisão nacional. Segundo o site do canal AMC, a série vencedora e indicada adiversos prémios televisivos, que conta já com cinco temporadas, estreará a sexta a 11 de outubro deste ano nos Estados Unidos da América, sendo exibida no dia12 em Portugal.

A transmissão no nosso país está mais uma vez a cargo do canal FOX.

A penetrante história dos sobreviventes de um holocausto zombie, que até à data ainda não tem explicação, e a sua constante luta pela sobrevivência, irão agarrar mais uma vez o espectador ao ecrã (Fear the Walking Dead,spin-off da série que se centra no início da epidemia, está de momento a ser exibida pelo canal AMC). O cenário afigura-se cada vez mais negro e perturbador, com personagens outrora fortes na iminência de perder o controlo e a sanidade que lhes resta.

O trailer seguinte, disponibilizado pela AMC no seu website,promete emoções intensas para esta nova temporadade tão aclamadasérie,que bate recordes de audiência a cada novo episódio.

Convém recordar que a temporada anterior, composta por 16 episódios, termina com o reencontro entre Rick Grimes e Morgan. Esta última personagem, apesar de não recorrente, é bastante relevante, já que foi ele que salvou Rick e o acolheu em sua casa aquando do início do apocalipse, porqueestese encontrava inconsciente no hospital quando o mundo se começou a transformar no que é agora.

Sem Morgan, portanto, não teríamos Rick.

Dada esta ligação entre os dois, que não se cruzavam desde a terceira temporada, altura em que Morgan acabara de perder o filho, este reencontro espera-se bastante emotivo. Principalmente dada a crescente alienação e desumanizaçãode Rick, que se encontra com o seu grupo a viver numa comunidade chamada Alexandria, aparentemente segura e civilizada, mas que começa a mostrar as suas fragilidades.

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