"The 100" já conta com seis temporadas, vendo a estreia da sua última temporada marcada para dia 20 de maio de 2020. Esta é uma série que desde o princípio envolve aventura e muita ação, tornando-se impossível para os fãs não ficarem rendidos a ela desde o primeiro episódio. Agora que está perto de terminar, vale a pena olhar para alguns aspetos intrigantes em torno da criação da série da cadeia The CW.

História e personagens

De acordo com o que o produtor executivo Les Morgenstein disse à Publishers Weekly quando "The 100" foi lançada, tudo começou com o título. O produtor referiu que o conceito resultou de uma sessão de "brainstorming" em que partiram do título e decidiram que a história retrataria 100 jovens delinquentes que viviam numa estação espacial, e que seriam enviados em missão para voltar a colonizar a Terra, sendo estes abandonados após um holocausto nuclear.

Outro pormenor interessante em torno da criação da série é que o nome de alguns dos personagens de "The 100" foram escolhidos como homenagem a grandes escritores de ficção cientifica. Alguns deles são Octavia Blake, Clarke Griffin, Bellamy Blake e Wells Jaha.

Ainda sobre os personagens, Eliza Taylor quase não interpretou a protagonista Clarke Griffin na série. Quem iria ter esse papel seria Adelaide Kane (da série "Reign"), contudo a atriz fez questão de dizer a Eliza Taylor que ela era ideal para Clarke.

A personagem Clarke Griffin foi também a primeira protagonista bissexual de uma série televisiva nos Estados Unidos. E apesar de existirem várias pessoas LGBT no mundo de "The 100", palavras como "gay", "bi" ou "lésbica" nunca foram utilizadas, pois o produtor disse acreditar que era assim que deveria no mundo real.

Mortes evitadas e uma língua desenvolvida de propósito

Um facto intrigante é que Jasper Jordan e Raven Reyes eram para morrer muito cedo na série. Tal acabou por não acontecer, pois os produtores renderam-se às suas personagens, e por essa razão, resolveram deixá-los vivos. Desta forma, o personagem de Devon Bostick deveria ter morrido logo no episódio piloto, e a mecânica interpretada por Lindsey Morgan iria morrer durante a primeira temporada.

Mais curioso ainda, a língua Trigedasieng foi desenvolvida especificamente para "The 100". A língua dos grounders foi desenvolvida especialmente para esta série pelo linguista David J. Peterson, que por acaso foi também o responsável pelas línguas de "A Guerra dos Tronos", nomeadamente dothraki e valirianas.

Por falar em "A Guerra dos Tronos", "The 100" esteve em competição para os prémios Emmy (66ª edição) pelos efeitos especiais do último episódio da primeira temporada. Contudo, acabou por perder para "A Guerra dos Tronos". De salientar que "The 100" foi uma das poucas do canal The CW a receber uma nomeação destas.

A estreia da última temporada está marcada para o próximo mês. Até lá, os fãs podem aproveitar para rever as outras temporadas e conhecerem melhor a série.

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